De 1977 para a eternidade

 

Quando veio a era das discotecas, o som que predominava era o soul da Philadelphia, com muita orquestração, aura de sofisticação, vocais emotivos e uma atmosfera bem terrena de festa com champanhe e ternos de lapelas gigantes. O homem que mudou tudo isso e introduziu a “viagem” no Disco, a exuberância cósmica, o glamour espacial e futurista, tornou a música de dança num exercício mental, foi Giorgio Moroder.
A bordo de trocentos sintetizadores (provavelmente naquela época cada um servia para um tipo específico de som), Moroder lançou raios phaser, robôs cantantes, modulações estonteantes, grooves sintéticos irresistíveis e teclados que alçam vôos à estratosfera para beijar o céu. Enquanto isso, corais celestiais planavam entrelaçados nos arranjos. Sem falar que foi ele, ele mesmo, que inventou o famoso stunk-stunk-stunk isto é, o bumbo bem marcado nos quatro tempos do compasso que virou padrão na música dança.
Os seus trabalhos mais conhecidos são as produções para Donna Summer, sucessos como “Love to Love You Baby” e “I Feel Love“. Mas ele também fez muita coisa solo e desse catálogo nada supera, em inovação, musicalidade e brilho, no álbum de 1977. Este disco aqui é não foi só a manjedoura da space disco; Foi também a primeira pedra para o surgimento da euro-disco, do techno, da house e do trance
De 1977 para a eternidade, Giorgio Moroder:

 

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